sábado, 13 de fevereiro de 2010

Estou sentado no chão e lá fora, lá longe, vejo o pôr-do-sol. Todas as manhãs ele vem ter comigo, faz-me companhia e depois vai-se embora. É demasiado para ser só meu e, por esta hora, é mais necessário noutras paragens. Curioso como tu, que és muito mais importante e espectacular que ele, és só minha, dia e noite, sem nunca eu te ter pedido tal coisa. Mas como tu és minha, também eu sou teu e nada te peço por isso.

Como é bom ter-te todos os dias…

# P.